TRE-RJ definirá em audiência pública urnas que serão auditadas no 2º turno   

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) realizará, no sábado (24), véspera do segundo turno das Eleições 2026, audiência pública para definir as 43 seções eleitorais cujas urnas eletrônicas passarão por procedimentos de auditoria das eleições gerais. O evento começa às 8h, no Plenário do Palácio da Democracia, sede do TRE-RJ, na Rua da Alfândega, 42, Centro, e será transmitido ao vivo pelo canal oficial do Tribunal no YouTube.

Também será definida, durante a audiência, a seção eleitoral da eleição suplementar de Itaguaí, na Região Metropolitana, cuja urna eletrônica passará pelo Teste de Integridade. As seções eleitorais poderão ser sorteadas ou indicadas por partidos políticos e demais entidades fiscalizadoras legitimadas a acompanhar o processo.

Das 43 urnas destinadas à auditoria das Eleições Gerais de 2026, 31 passarão pelo Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas, realizado no domingo (25), durante o horário de votação, na Sala de Sessões do Pleno do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). Outras duas serão escolhidas entre as urnas que serão instaladas na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e passarão pelo Teste de Integridade com Biometria.

Além dessas, outras 10 urnas, escolhidas entre todas as seções eleitorais do estado, passarão pelo Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais. Nesse procedimento, a verificação é realizada na própria seção eleitoral selecionada, antes do início da votação.

ENTIDADES FISCALIZADORAS

Podem acompanhar as etapas de fiscalização do processo eleitoral partidos políticos, federações e coligações; Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Ministério Público; Defensoria Pública; Congresso Nacional; Controladoria-Geral da União (CGU); Polícia Federal; Sociedade Brasileira de Computação; Conselho Federal de Engenharia e Agronomia; Conselho Nacional de Justiça; Conselho Nacional do Ministério Público; Tribunal de Contas da União; Confederação Nacional da Indústria, demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas pertencentes ao Sistema S.

Também podem participar entidades privadas brasileiras, sem fins lucrativos, com notória atuação em fiscalização e transparência da gestão pública, credenciadas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de departamentos de tecnologia da informação de universidades credenciadas.

Os procedimentos de fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação estão previstos na Resolução TSE 23.673/2021.